Política de Ensino da FISMA

A Instituição de Ensino Superior possui três modelos de de Políticas de Ensino

POLÍTICA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO

Vivemos hoje a sociedade da informação que traz consequências significativas nas trocas sociais e, especialmente, aquelas relacionadas às interações entre professores, alunos e instituições de ensino. As intensas transformações surgem com o advento das novas tecnologias de informação e comunicação que teceram uma rede que une quase que instantaneamente as pessoas. O mesmo não se pode afirmar em relação à sala de aula já que existe aí um descompasso na velocidade com que os fatos ocorrem. Tem-se assim uma crise paradigmática e para ela deve convergir todo o esforço no sentido de unir os dois ‘mundos’ trazendo o melhor de cada um deles para melhor atendimento da juventude que deve ser educada nesse novo contexto. Neste sentido o ensino, a aprendizagem e os recursos de ensino, além de outros importantes fatores, são elementos centrais no processo ensino-aprendizagem. Todo o esforço da instituição de ensino deve estar voltado para o cumprimento dos objetivos de formação profissional propostos no Projeto Pedagógico do Curso. Para tanto, se deve buscar nas novas tecnologias de informação e comunicação e um trabalho de muita qualidade do professor para o desenvolvimento da capacidade cognitiva do estudante, tornando-o, assim, um sujeito capaz de se adequar as novas exigências do mundo do trabalho e da vida em sociedade. Já para a oferta de novos cursos de graduação, a FISMA levará em conta em sua análise, entre outros aspectos, aqueles relacionados a uma pesquisa de mercado realizado pela All Consulting. Desse trabalho observam-se novos nichos surgidos no mercado, especialmente, em função do avanço da ciência e da tecnologia; ou ainda, em função do novo perfil profissional exigido pelo mercado de trabalho. Assim, tendo em vista o entendimento acima, bem como, os propósitos da missão e da visão institucional, delineiam-se como diretrizes para a política de ensino da FISMA:

· potencializar um ensino que vise a aprendizagem significativa;

· facilitar o desenvolvimento de um processo educativo interdisciplinar contextualizado a partir das necessidades regionais;

· desenvolver o ensino de modo a valorizar a cultura do empreendedorismo, do relacionamento humano e da ética;

· ampliar mecanismos de acompanhamento aos discentes (psicológico, pedagógico, psicopedagógico, cognocente);

· ampliar mecanismos de acompanhamento, formação continuada e insersão dos egressos da instituição ao mundo do trabalho;

· estimular a autonomia e a participação discente junto aos colegiados, diretórios e em outras atividades institucionais;

· manter os projetos pedagógicos dos cursos condizentes com a legislação vigente e com as demandas sociais;

· garantir a qualidade da Educação Superior;

· respeitar a diversidade e pluralidade de pensamento;

· viabilizar uma proposta pedagógica alicerçada na indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão; fortalecimento das bases científicas, tecnológicas e de inovação;

· estimular a produção, divulgação e socialização do conhecimento específico;

· fortalecer os cursos de graduação;

· assumir, cada vez mais, o compromisso com a inclusão social e o desenvolvimento da cidadania plena;

· busca da excelência acadêmica;

· realizar a capacitação inicial e continuada de docentes e dos funcionários técnico-administrativos para desenvolver adequadamente as atividades acadêmicas;

· modernizar a oferta dos cursos de graduação com a utilização de recursos tecnológicos de diferentes níveis de complexidade;

· aperfeiçoar o programa de autoavaliação dos cursos de graduação em conjunto com a CPA;

· estimular o aprimoramento docente para o uso de novas tecnologias aplicadas ao ensino.

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POLÍTICAS DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO

As Instituições de Ensino Superior (IES) do País têm plena consciência das crescentes exigências dos Organismos Federais de fomento a pesquisa e a pós-graduação, especialmente os vinculados aos Ministérios de Educação (MEC) e de Ciência e Tecnologia (MCT), quanto a necessidade de cada vez mais elevarem os seus indicadores de produtividade e qualidade do conhecimento gerado. Da mesma forma, a sociedade como um todo, mas particularmente, o seu setor produtivo vem exigindo a formação de profissionais qualificados para dar respostas criativas as rápidas transformações apresentadas pelos diversos setores econômicos e sociais. Em decorrência, o incentivo à interação entre grupos de pesquisa, na busca da gestão, otimização, racionalização e utilização compartilhada da infra-estrutura física tem se constituído em diretrizes, que fundamentam a atual política nacional de pesquisa e pós-graduação.

Diante desta nova realidade e do atual momento da Instituição, em que implanta uma nova proposta de gestão, na busca da sua sustentabilidade, torna-se urgente acelerar o seu ritmo de crescimento e de transformações, não apenas, conjunturais e estruturais, mas principalmente de concepção de objetivos claros que conduzam à construção de uma pós-graduação forte e qualificada, pois é sabido, que o crescimento homogêneo de uma instituição de ensino superior está intimamente ligado à atuação de seu corpo docente, que deve ser harmônica, ética, qualifica e comprometida em todos os níveis de atuação, ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa, extensão e de prestação de serviços. Além disso, a elaboração de uma política institucional de pós-graduação e pesquisa apenas será efetiva, se estiver plenamente sintonizada com as políticas nacionais para o setor e alicerçada em bases sólidas e coerentes, principalmente, quanto aos seguintes aspectos: organização e apoio institucional à expansão da pós-graduação e da pesquisa; plano de capacitação e de expansão do corpo docente, envolvendo a titulação do quadro existente e a contratação de profissionais qualificados para atuação na pesquisa, na extensão e no ensino de graduação e pós-graduação; formação de recursos humanos capazes de responderem positivamente aos anseios da sociedade; produção qualificada de conhecimento científico e tecnológico e sua divulgação em veículos indexados.

Para poder responder positivamente à estas expectativas, é preciso que a FISMA tenha uma política de pós-graduação com metas e ações claras, que visem o atendimento dos objetivos definidos, e que a comunidade acadêmica, se sinta comprometida com a sua execução. A Política de Pós-Graduação da FISMA, portanto, deverá ser resultado de uma reflexão coletiva sobre o cominho que a Instituição deseja trilhar, no período compreendido entre 2009 a 2013. Para isso, é oportuno destacar a preocupação da atual equipe de gestão da FISMA, quanto à linha do debate em torno da importância da pós-graduação no âmbito da Instituição, que deve considerar, como ponto 3 de partida aspectos relacionados com clientela foco, com o nível de pós-graduação que deve ser priorizado, com as demandas regionais e com os compromissos da Instituição para com a Educação Continuada dos se egressos.

Considerando estas premissas a “Política de Pós-Graduação da FISMA” deve ter como objetivo “estruturar programas de pós-graduação, com vistas a qualificar profissionais para atuarem de crítica reflexiva, na docência, na pesquisa e, na extensão e no exercício profissional, em suas áreas de conhecimento, para efetivamente contribuírem para o desenvolvimento local, regional e nacional, através da produção qualificada do conhecimento cientifico e tecnológico e da expressiva interação com o setor produtivo, no sentido de a ele transferir novas tecnologia e conhecimento científico”.

Para atender o objetivo da Política de Pós-Graduação a Instituição deve concentrar esforços no sentido de desenvolver as seguintes diretrizes:

· Objetivo 1: Incentivar e apoiar institucionalmente a estrutura e o crescimento quantitativo e qualitativo da pós-graduação, na FISMA.

- Meta 1 - Organizar, em 2009, a estrutura da Coordenação de Ensino da Pós-Graduação, vinculada a Diretoria Acadêmica ;

- Meta 2 – Motivar a comunidade docente a envolverem-se e comprometerem-se com o ensino da pós-graduação na Instituição;

- Meta 3 – Oferecer, em 2009, no mínimo quatro cursos de pós-graduação em nível de Especialização e, nos anos subseqüentes, incrementar, este número em 30%, ao ano;

- Meta 4 – Contemplar no Plano de Carreira da Instituição incentivos aos docentes envolvidos com a pós-graduação;

- Meta 5 - Flexibilizar as estruturas acadêmico-pedagógicas-administrativas, no âmbito da FISMA, e propor legislação interna de regulamentação da pós-graduação aos objetivos da política da Instituição;

- Meta 6 - Sensibilizar a comunidade universitária quanto da importância que representa uma Pós-graduação forte e abrangente e um quadro docente qualificado no atual contexto dos requisitos para a captação de recursos orçamentários e extra-orçamentários;

- Meta 7 - Incrementar a qualificação dos recursos humanos da FISMA e sua participação nos programas/cursos de pós-graduação.

· Objetivo 2: Priorizar o apoio ao desenvolvimento de cursos de pós-graduação em áreas do conhecimento, que a FISMA pode tornar-se referência.

Objetivo 3: Ampliar à formação de recursos humanas e priorizar, a nas novas contratação, o ingresso de mestres e doutor, visando o fortalecer o sistema de pós-graduação na FISMA.

Objetivo 4: Sensibilizar a comunidade acadêmica da importância de implantação de um sólido programa de Iniciação Cientifica, instigando a interagirem junto aos órgão de fomento para concessão de bolsas .

Objetivo 5: Alicerçar a decisão de implantação de cursos de pós-graduação em resultados de pesquisas, que identifique as demandas e o perfil exigido pelo mercado.

POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD)

No campo de atuação relativo a Educação à Distância, a FISMA faz chegar a sociedade esta forma de ensino, que possibilita a auto-aprendizagem, através da utilização de recursos didáticos sistematicamente organizados e apresentados em diferentes suportes, tais como: livros didáticos, CDs, interação por meio de plataformas de ensino virtual.

A Educação a Distancia na Instituição iniciou em 2004, com a oferta de cursos supletivos e logo a seguir, no início de 2005, passou a oferecer outros cursos em nível técnico (Curso Técnico em Administração, Informática e o Curso Técnico em Transações Imobiliárias). Através desta modalidade a FISMA tem oportunizou que, um grande número de pessoas tivessem acesso a capacitação profissional e, consequentemente, ao mercado de trabalho.

Nos próximos períodos o ensino da FISMA, através desta tecnologia, será expandido com a oferta de cursos de graduação, tecnológico, pós-graduação e de extensão. Para isso será formatado um projeto para o Desenvolvimento e Otimização da Área da EaD. A proposta deve: 1 - Mapear todos os gargalos do processo atual; 2 – Apresentar solução dos gargalos em módulo sequenciais; 3 – Documentar cada módulo com atas e relatórios; 4 – Mostrar alternativas; 5 – Mostrar possibilidade futuras; 6 – Realizar supervisão contínua de todo o processo; 6 – Adequar o material didático; 7 – Elaborar manuais de padronização de atuação; 8 – Indicar parcerias; 9 – Indicar financiamentos; 10 – Criar novos cursos; 11 – Diminuir custos; e 12- Buscar a autosustentabilidade e a perenidade da EaD na FISMA.

As metas previstas para o desenvolvimento das seguintes diretrizes:

- Meta 1 – Implantação de melhorias no sistema de transmissão de dados, teste nas plataformas EaD, dos recursos de comunicação (chat, e-mail, etc) e busca de alternativas mais viáveis economicamente;

- Meta 2 – Capacitação dos professores no uso da plataforma de EAD, dos recursos de comunicação, da metodologia de ensino e avalização em EAD;

- Meta 3 – Capacitação de monitores;

- Meta 4 – Capacitação dos funcionários, professores e monitores ao atendimento do público de EAD e Criação de Ouvidoria EAD;

- Meta 5 – Revisão e adequação do material didático;

- Meta 6 – Acompanhamento sistemático de aulas, atendimento, professores e alunos para avaliação do processo de EAD;

- Meta 7 – Elaboração de manuais de padronização de atuação docente e discente da IES, bem como a criação de normativas para a criação de novos cursos, parcerias e convênios;

- Meta 8 – Elaboração de modelos de carta convite, de projetos de financiamento, bem com a criação de um banco de dados com indicação de órgãos de fomento em EAD;

- Meta 9 – Fazer análise de mercado se público alvo para a criação de novos cursos, criar emendas e selecionar professores;

- Meta 10 – Identificar parcerias ou cliente para terceirização de recursos.